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Provavelmente os exemplos mais recorrentes de produtos que possuem mais recursos do que o necessário são os controles remotos de televisão e celulares “pós-pagos”.
Na área de programas de computador o MS Word, o pacote Norton e o Nero talvez sejam os mais exemplares. Já assistí palestra em que o MS Word era mostrado como exemplo de “como se estraga um software ao longo do tempo”, por mais que ele tenha feito a fortuna de seus criadores. Leia Mais »
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Sempre tentei fazer dos sistemas que desenvolvo uma ferramenta produtiva de trabalho para o usuário. Também sempre pensei em quem mais poderia se beneficiar do sistema. Pricipalmente se uma pessoa externa pudesse ter alguma iterface com ele.
Por exemplo, na Petrobras, fiz o sistema de concursos públicos e tive a preocupação de colocar uma tela de registro de atendimento aos candidatos. Assim, quando uma analista de RH fizesse algum atendimento a um candidato de concurso da Petrobras, reigstraria nessa tela o que foi feito, e alguma pendência. Assim, quando o candidato ligasse novamente, e outra atendente de RH atendesse a ligação poderia ter todo o histórico de atendimentos passados. Assim o candidato não precisaria contar toda a triste história de sua vida. Em outra tela, coloquei todas as informações do candidato. Então, sem precisar navegar por várias telas, as atendentes tinham todas as informações que precisavam sobre o candidato.
Infelizmente nem todo analista pensa dessa forma. É o caso da TIM.
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Os profissionais de TI devem ser tratados de forma igual aos outros profissionais da empresa?
A maneira de geri-los deve ser tal qual gestores tratam outros profissionais da empresa?
Eu não sei bem quando e nem porque se institui o cartão de ponto para os trabalhadores.
Sei que em algumas profissões a disciplina de horário é fundamental para o bom andamento dos processos.
Na área de TI também não é diferente. O pessoal da área de suporte por exemplo precisa ter disciplina de horário, acompanhando o horário das demais áreas da empresa.
Falando especialmente da equipe de desenvolvimento poderíamos ter uma gestão mais flexível. O home office também começa a ganhar seu espaço, mas é necessário um amadurecimento da gestão de pessoas e atividades nessa área.
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PessoALL,
desde 1999 que eu tento adotar alguma ferramenta para desenvolvimento de sistemas WEB.
Em 99, eu e meus sócios decidimos pelas ferramentas MS. Na época a MS havia lançado o ASP. Compramos todo o pacote MS de desenvolvimento, chamado Developer Kit.
Nele vinha uma ferramenta chamada Visual Interdev, que teoricamente era uma ferramenta para o desenvolvimento ASP.
Apanhamos como um cão sem dono, para tentar conectar uma aplicação em um banco de dados. Depois de frustradas tentativas, desistimos.
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ASP.NET,
Microsoft
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Eis uma questão que ainda atormenta os gerentes de desenvolvimento: desenvolver um novo sistema para ambiente WEB (navegação por browser) ou o velho Desktop (padrão Windows) também chamado erroneamente de Cliente/Servidor. Leia Mais »
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A escolha do ambiente de desenvolvimento em uma empresa é um tópico que dá maior margem a discussões e polêmicas. Há alternativas diversas, tanto em software livre quanto em ambientes proprietários. Então, como definir esse ambiente ? Leia Mais »
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O objetivo deste artigo é analisar os fatores motivacionais e culturais que influenciam o desempenho dos profissionais de análise e desenvolvimento de sistemas no Brasil. Leia Mais »
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Recentemente na lista de profissionais de tecnologia estive respondendo a uma questão bem interessante, será que você deve investir agora em tecnologias consolidadas no mercado em desenvolvimento para internet como WebBroker, Intraweb, e etc? A resposta é simplesmente uma pergunta.
Qual sua necessidade atual? Leia Mais »
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ERP “Enterprise Resource Planning”, Sistema de Gestão Empresarial, Controle Empresarial, não importa o nome aplicado, você usa de uma forma ou de outra, na empresa, em casa (e porque não?), a revista “Você S.A.” trata cada individuo “você” como uma empresa, que na verdade somos mesmo.
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Estive em um seminário cujo tema foi “Gerência de Riscos em Projetos de Software”. O palestrante, Professor Eber A.Schmitz, discorreu sobre o tema com uma segurança e propriedade que chegaram ao brilhantismo. Após o seminário, um debate foi iniciado. Neste debate uma questão importante foi levantada “Como se dá o gerenciamento de riscos em um projeto, dentro das fases de desenvolvimento de sistemas ?”. Leia Mais »
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“Todo profissional de informática se lembra do quanto era importante a chamada “”compatibilidade para trás”" quando a interface gráfica surgiu no mundo coputacional. Seu S.O. – Sistema Operacional – (vamos ficar com o Windows para simplificar?) para ser efetivo com o mundo a sua volta teria que rodar programas que existiam em modo texto. Com o tempo, as versões novas dos S.Os criaram dilema semelhante: programas (agora gráficos) criados para versões anteriores do S.O. teriam que rodar nas versões posteriores” Leia Mais »
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“Em post anterior comentei sobre a atual filosofia da “”compatibilidade para frente”" na indústria de software desta vez quero colocar outras implicações práticas desse modus operandi, mas propondo soluções.” Leia Mais »
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Uma mulher muito pirua foi ao médico para uma consulta. Chegando lá se dá o seguinte diálogo:
– (Médico) Bom dia. O que a senhora tem?
– (Mulher) Ora, nao é o seu trabalho descobrir?
– (Médico) Entao a senhora espere um minuto que eu vou chamar o Dr. Roberto que é veterinário. Ele é quem está acostumando a fazer diagnósticos sem conversar com o paciente.
Essa piadinha (muito sem graca por sinal) é quase um retrato do que acontece muitas vezes com um analista na hora de fazer o levantamento de um sistema. Leia Mais »
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DIVAGAÇÕES DE UM USUÁRIO ou “se todos imitássemos os pássaros e cantássemos em conjunto seríamos muito mais felizes”
– “A variedade de indivíduos e suas qualidades específicas tornarão a competição sem efeito e, certamente impossível.”
– …
– E isso, meu amigo já está acontecendo, embora não creias…
– … Leia Mais »
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Por:
Wallace Vianna
O que fazer quando você descobre que seu projeto de mídia digital não pode ser visto em outro computador, a não ser que este seja muito semelhante ao seu?
Como os caminhos são tão infinitos quanto os problemas, que tal pensarmos do micro para o macro?
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