•
Provavelmente os exemplos mais recorrentes de produtos que possuem mais recursos do que o necessário são os controles remotos de televisão e celulares “pós-pagos”.
Na área de programas de computador o MS Word, o pacote Norton e o Nero talvez sejam os mais exemplares. Já assistí palestra em que o MS Word era mostrado como exemplo de “como se estraga um software ao longo do tempo”, por mais que ele tenha feito a fortuna de seus criadores. Leia Mais »
•
O “software enquanto produto” trabalha com o conceito de licença de uso, ou seja, você não adquire “o produto” (código fonte) e sim o direito de usar o “código-objeto” em um ou mais computadores.
Isso leva a situações-limite, pois o software é um produto imaterial, e portanto pode ser duplicado com mais facilidade do que uma bicicleta ou cadeira (*) e assim sendo o uso “não-lícito” é mais fácil do que em outras categorias de produto.
Por isso existem software versão de demonstração e de versão completa. Nos de demonstração há programas que vem com funcionalidade reduzida (não permite salvar os trabalhos, p.ex.) ou com trava de uso via hardware (uma peça que, conectada ao micro perrmite que o programa funcione).
Leia Mais »
•
Outro dia explicando questões de acessibilidade em navegadores de web, os meus alunos perceberam que o Opera foi um dos navegadores que melhor se saiu no quesito “webstandards” e o Safari um dos que tiveram nota mais baixa que o Internet Explorer. Esse fato foi apenas a ponta do iceberg.
Leia Mais »
•
Eu acredito no conceito de extensões.
Extensões acrescentam funcionalidades específicas ao produto que não são utilizadas pela maioria dos usuários, mas que com o tempo passam a ser incorporadas ao essencial do produto.
Isso existe na área de software, mas poderia existir na área de hardware com maior presença.
Exemplos:
na área de software posso baixar um plug-in que me permite adicionar efeitos que não vêm no meu editor de fotos.
Na área de hardware posso adicionar um drive de Blu-ray no meu micro que só tem drive de DVD.
Mas não tenho essa liberdade ao comprar um controle remoto para TV ou um telefone celular. Ou compro um modelo mais baratinho que só vem com o basicão ou compro funções que não irei usar. Não tenho como comprar um celular barato e ir melhorando ao longo do tempo, comprando e adicionando funcionalidades de software e hardware.
Leia Mais »
•
A Apple batiza seus lançamentos com “I” de internet (Imac, Ipod, Iphone, agora Ipad) o que por um lado populariza os produtos, mas por outro sugere que a internet é sinônimo de ciência da computação, ou que os produtos são exclusivamente para internet.
Como toda boa idéia tem seu lado engraçado, posto aqui links sobre o lançamento do Ipad, hilários, que colhi no site Catabits, de meu amigo André:
Evolução…
Absorventes íntimos?
iPad pode não funcionar no Brasil?
Em tempo, fãs da empresa não precisam encher minha caixa postal com comentários indignados, sou fã dos produtos da empresa (“helloo; amigo, amigo…”) (risos).
Sabem como é: futebol, politica, religião e gosto pessoal…
•
Numa apresentação de mestrado (não minha, mas de um colega de turma) foi comentado que em ergonomia existem muitas expressões novas (neologismos) como readability (leiturabilidade?), contentability (conteudabilidade?). Como uma coisa leva a outra, me caiu a ficha de que os Blogs enquanto sistemas de gerenciamento de conteúdo (CMS, Content Manegement System, no original) lidam com documentos (páginas) que possuem “conteudabilidade” (habilidade – ou facilidade – de receber novos conteúdos).
Leia Mais »