Esse é o principal site da internet onde os Profissionais de Tecnologia da Informação podem debater assuntos atuais e relevantes no mundo da TI.
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Neste momento me recordo do paradigma do software cliente, desktop ou instalado: posso usá-lo “como está” quase indefinidamente, se isto atender as minhas necessidades. Quase indefinidamente pois o ambiente (sistema operacional) pode parar de suportá-lo: tenho um software gratuito que instalava no Windows 95 e hoje não roda no meu Windows atual, nem em modo de compatibilidade, pois falta um arquivo que, embora tenha encontrado na web, não sei onde instala-lo; por fim o autor do software não dá mais suporte – agora ele oferece serviços online -!).
O software online (computação em nuvem?) coloca novos paradigmas para quem desenvolve projetos para internet. Leia Mais »
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Bill Gates certa vez comentou que empresas muito bem sucedidas em suas áreas de atuação acabam por negligenciar a concorrência e sair do mercado com o passar dos anos. Uma das estratégias da Microsoft foi sempre se renovar, seja criando novos paradigmas na área de software (os famosos “wizards/assistentes”, p.ex.) seja copiando a concorrência melhor que ela mesma (MSN live Messenger, p.ex). Criar tecnologia “própria” foi outra estratégia que, por um lado cria um ciclo de dependência do consumidor, por outro isola a empresa do mercado, criando tecnologias que só ela oferece. Infelizmente ser único nem sempre significa ser o melhor.
O MSHTML (HTML da Microsoft), o JSCRIPT (Javascript da Microsoft), o Internet Explorer e seus complementos/extensões e tantas outras tecnologias do “mundo Microsoft” funcionaram enquanto o mercado não era tão maduro e a Microsoft era líder.
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Nos tempos de acesso a internet via conexão discada havia a preocupação de se otimizar um site para ser visto confortavelmente. Com a evolução do acesso em banda larga, muitas aplicações para a internet tornaram-se viáveis, mas se perdeu a idéia de “usuário mínimo” para alguns sites. Os motivos são vários: muitos profissionais de internet que aprenderam o ofício até certo ponto, clientes que demandam soluções tecnicamente erradas, miopia profissional… O fato é que, cada vez mais há sites que só funcionam em um tipo de navegador (Internet Explorer ou Mozilla-compatíveis*) ou ignoram acesso de banda estreita (computadors de mão e acesso 3G “populares”, p.ex.)
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Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
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Muitos defendem a reserva de mercado junto com a regulamentação da profissão. Ou seja, apenas os profissionais com registro no conselho poderão exercer, por exemplo, as profissões de analista de sistemas e programador (só pra citar esses dois exemplos). Ai começam as questões:
Segundo esse pensamento, um software terá que ser desenvolvido por um analista e / ou um programador devidamente regulamentado. Blz. E como irão fazer com as empresas que terceirizam o seu desenvolvimento em outros países? (off shore).
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“Microsoft e Apple têm estado sempre na garganta um do outro, então quando vão para cama juntos, você tem que começar a se perguntar o que está acontecendo.”
David Drummond, vice-presidente sênior e diretor Jurídico do Google, numa nota em que acusa Microsoft, Oracle, Apple e outras empresas de travarem uma “campanha hostil” contra o Android por meio de acusações falsas de violação de patentes.
Fonte: “Google acusa Microsoft e Apple de ‘campanha hostil’ contra Android”
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Recentemente em uma empresa conhecida minha, implementaram a área de testes de software.
A decisão por si só, a meu ver é um grande avanço. Quando não se tem nada, ou o que se têm é precário, é um grande feito a gestão tomar essa iniciativa. De saída já demonstra uma boa vontade para melhorar a qualidade dos produtos entregues. Por outro lado é o sinal de que as coisas não estão indo tão bem. Nada demais. Acontece mesmo. Testar software é uma arte, que a maioria dos analistas e desenvolvedores não fazem com grande apreço. Quando fazem, fazem no que chamamos “meia boca”. Fazem para funcionar. Sabemos que testes precisam ser bem elaborados, rígidos, e são feitos para funcionar e para não funcionar. Pegar os erros antes de chegarem ao cliente final é importante.
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“Eles conseguiram as informações de um banco de dados do Exército a partir de um ataque conhecido como injeção de SQL. Esse tipo de ação consiste, basicamente, na exploração de falhas que levam usuários avançados de programação a acessar o que quiserem dentro de um banco de dados.”
Esse tipo de ação não requer conhecimentos avançados de programação, já que existem vários comandos disponíveis na internet que fazem isso.. Até pouco tempo atrás era conhecido como KID’s Scripts.. Ou seja.. Comandos para crianças em uma tradução livre.
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Basta olhar pro lado para vermos uma série de produtos que são apenas razoáveis e outros tantos que não tem a menor utilidade se formos olhar exclusivamente pela sua função.
O design é pródigo em premiar produtos que não podem ser fabricados “como se apresentam” (os chamados “produtos-conceito”) ou que ninguém compra mas estão sempre nas primeiras páginas das revistas e jornais pelo seu desenho inusitado ou pitoresco. Da faca com motor para cortar pão até o espremedor de frutas juicy de Philipe Starck, o ser humano sempre fica no limiar entre o útil e o inútil, o belo e o medonho.
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Normalmente não curto muito jogos, mas vez ou outra abro uma exceção por curiosidade ou qualquer outro interesse “ad hoc” (específico). Entrei num jogo de perguntas e respostas do Facebook e foi como um contrato com o diabo: cada vez que voltava a jogar tinha de criar ou responder novas perguntas que eram enviadas para minha rede social (mantendo a roda do jogo funcionando) ou tinha de permitir um novo acesso a minha conta de email (do Google, Yahoo, etc) a fim de que o Facebook possa ter dados atualizados sobre minha rede social, fora do facebook.
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Conforme noticiou recentemente o site TechGuru, o Windows 8 pode ganhar sincronia de preferências e configurações com a internet, via “cloud computing/computação em nuvem”.
Os comentários dos leitores desssa notícia colocam questões pertinentes: compartilhar preferências, na maioria das vezes (salvo ambientes em que as configurações de perfil devem ser mantidas em micros de uso geral - escolas, empresas) é algo tão desnecessário para “o trabalho em sí” quanto o recurso de ter janelas com transparência. Coisas assim só ajudam a vender o Windows para usuários domésticos ou alunos de cursos de informática.
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Tenho 21 anos de carreira na área de desenvolvimento de sistemas. Trabalhei com isso a minha vida toda.
No meu primeiro estágio como programador, o meu chefe me disse uma coisa que até hoje levo comigo. Ele me disse: “Faça sistemas para os usuários.”
De lá pra cá sempre procurei facilitar a vida dos usuários com os sistemas que eu desenvolvo.
Porém, de uns tempos pra cá, muitos processos, metodologias, letrinhas, etc, foram agregados ao processo de desenvolvimento de software. Um prato cheio para os tecnocratas. Para citar algumas.. CMMi, UML, Engenharia de Software. E outras foram sendo aprimoradas, como Modelagem de Dados. Algumas letrinhas apareceram e também influenciaram o desenvolvimento de sistemas, como o Itil, trazendo a gestão da mudança por exemplo, e exigindo maior qualidade. Até ai tudo bem. Pra mim, o foco saiu um pouco do usuário. Vejo alguns processos sendo feitos por profissionais apenas para seguirem as regras. Agradar ao chefe. O que o chefe implantou na empresa tá funcionando.. tá andando. Porém, o foco saiu do usuário final (razão de existir da TI) e voltou-se para a própria TI. Existem processos que não beneficiam em nada o usuário, apenas a TI.
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Quando iniciei minha carreira focado em desenvolvimento de sistemas, na minha órbita, haviam 2 ondas muito fortes que prevaleciam nesse mundo. COBOL e Clipper Summer 87 (que surgiu graças ao dBase III Plus).
O COBOL era massivamente utilizado nas aplicações bancárias (até hoje) e o Clipper proliferava nas demais aplicações, desde pequenas empresas até as grandes corporações. Supreendentemente, ainda achamos várias aplicações Clipper roando por ai.
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Se há uma dúvida que surge na cabeça do profissional de TI que deseja manter-se atualizado, e isso eu me incluo, é sobre certificação. Mas isso demonstra que o profissional está correndo atrás, quer estar preparado e competitivo para o mercado de trabalho.
A importância de ter uma certificação na área de tecnologia é uma discussão que pode gerar muitos posts. Ela não garante emprego, aumento salarial ou promoção, mas funciona como um PLUS em um processo seletivo e comprova que o profissional tem habilidades técnicas para atuar em determinada ferramenta e/ou produto. Leia Mais »